Voluntariado

A força do voluntariado evolui para um Centro de Formação

Em 1995, o ISU colabora na organização do Fórum Voluntariado Jovem e nos anos seguintes participa em diversos seminários como: Jobshadowing com a associação juvenil – African and Caribbean Youth Development Project (Londres, 1997), Encontro para Intercâmbio de contactos entre Organizações de Envio e Acolhimento SVE (Bruges, 1998) e Seminário “Jovens à Descoberta do Voluntariado” (1999). Destes contactos internacionais e da larga experiência que foi adquirindo na integração e formação de voluntários nos seus diferentes projectos nasce, em 1999, o Centro de Formação para o Voluntariado (CFV), precisamente com o objectivo de promover um Voluntariado consciente, activo e transformador e meio de expressão de cidadãos activos na procura de um mundo melhor.

 

 Lançamento do CFV com o Prof. Roque Amaro – 1999

O CFV realiza, até hoje, actividades tão diversas como a Formação (dirigida a voluntários das ONGD´s, associações várias e pessoas singulares), a Integração (o processo de mediação entre voluntários e organizações), a Divulgação (dirigida aos mais diversos públicos, tais como escolas, câmaras, associações), a Assessoria a outras Organizações (a formação e apoio a outras organizações de voluntariado) e a produção de materiais didácticos. Pela sua natureza formativa e pelas características do ISU como Escola de Cidadania, depressa o CFV se transforma na porta de entrada de todos os que vêm a partir desta data a colaborar no ISU, seja, como voluntários, estagiários, colaboradores, parceiros. Ele é o meio de transmissão da filosofia do ISU em temas tão centrais quanto transversais da sua actuação – Voluntariado, Desenvolvimento Local, Cidadania, Empowerment e Participação.

                                                 Folheto de Lançamento do CFV – 1999

Em 2001, no âmbito do Ano Internacional dos Voluntários, realiza a Exposição “Voluntariado – Actuar para Transformar” e estabelece um Protocolo de Colaboração com o Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, a partir do qual surgiu a elaboração do Manual de Formação em Voluntariado e Acções de Formação Externa a diversos Bancos de Voluntariado Locais (2004). Desenvolve também formações e assessoria externa em temáticas do voluntariado (Gestão de Voluntários, Promoção do Voluntariado, Aprendizagem Intercultural) a várias entidades em Portugal e nos Palop’s, principalmente em Cabo Verde e na Guiné-Bissau.

 

 Painel Exposição Ano Internacional para o Voluntariado – 2001 

O Curso de Formação Geral para o Voluntariado é realizado em 1999, estando em 2009 na sua 23ª edição e a alargar a sua experiência de formação de voluntários para públicos diversificados, como é o caso das acções de formação em locais tão diversos como Évora, Porto, Portalegre, Beja, Santarém e Açores e as iniciativas iniciadas nos Núcleos de Viana, Gaia, Faro e Viseu e , nos quais esta acção de formação é o ponto de partida e de chegada da maioria dos projectos, assim como mais recentemente o Projecto “Voluntariado em Alta”, na Alta de Lisboa, em parceria com o Programa K’CIDADE (2009). Ao longo destes 10 anos de promoção do Voluntariado, passaram pelos Cursos de Formação Geral cerca de 1.000 estudantes universitários, recém licenciados e profissionais activos à procura de mais sentido no sua dia-a-dia, dos quais muitos vieram a integrar projectos do ISU e de outras organizações nacionais e internacionais.

Desde 2000 e até à actualidade, o CFV envia e acolhe voluntários internacionais no âmbito do Serviço Voluntário Europeu (SVE), que desenvolvem o seu voluntariado no contexto da mobilidade europeia e que trazem e levam novos modelos de aprendizagem intercultural, de animação sócio-cultural e de pedagogias de formação. No quadro do acolhimento dos voluntários SVE a sua maioria veio a integrar-se nas actividades do ISU-Lisboa, seja na Quinta Grande ou mais recentemente na Alta de Lisboa, nomeadamente nas actividades realizadas com crianças e jovens. A partir de 2002 começa a Formação Nacional de pré-partida dos voluntários SVE no âmbito do Programa Juventude em Acção e a Formação de Formadores SVE na Alemanha (2003), nas quais adapta os conteúdos e metodologias do Curso de Formação Geral a contextos de mobilidade e aprendizagem intercultural e que, por esta ser realizada a voluntários de diversas organizações, alarga a sua rede de trabalho inter-institucional a nível nacional.

Acção de Formação Pré-Partida SVE – 2005

Em 2007 iniciou o projecto de Educação para o Desenvolvimento, a Rede Nacional de Consumo Responsável, dirigido a crianças e jovens, em parceria com a Associação Reviravolta e o IPAD. Este projecto, enquadrado nas metodologias de Educação p/ o Desenvolvimento e nascendo do trabalho que o ISU fez ao nível do Grupo de Trabalho de ED da Plataforma Portuguesa das ONGD’s, tem como objectivo a promoção de uma maior consciência ao nível do Consumo Responsável principalmente ao nível das camadas mais jovens, reforçando assim a ideia de que uma cidadania activa pode ser expressa das mais diversas formas e nas mais diversas idades. Este projecto que tem continuidade até 2011 implica um conjunto de workshops de sensibilização, acções de formação de agentes educativos e de acções de campanha por um consumo mais responsável.

 Sessão de Formação em Consumo Responsável – 2008

 

Colaboradores: Luciana Almeida, Vanessa Palma e Patricia Silva (cfv@isu.pt)

3 respostas

6 12 2009
Mónica Azevedo

Ao longo destes meses de preparação dos 20 anos, ainda não tinha tido tempo, oportunidade ou sentido de que era isto que queria dizer como o tive ontem na Comemoração do Dia Internacional do Voluntariado que o ISU fez no CUPAV e no qual estive como como técnica do K’CIDADE na Alta de Lisboa…

Ao encontrar vários dos voluntários que fizeram o Curso na Alta de Lisboa a almoçar juntos (pessoas que nunca se teriam conhecido e que provavelmente desconfiariam umas das outras apenas porque uns tiveram mais oportunidades na vida que outros; apenas porque uns compraram casa e outros são do “bairro social”)…

Ao ver pessoas tão entusiastas como o Jorge Cançela a dar o testemunho de como tinha sido importante perceber através do curso as pessoas que eram os seus vizinhos, que por terem sido ajudados queriam ajudar em dobro…

Ao ver voluntários do SVE a dizer que um ano na Austria tinha sido um acto de reanimação da sua vida e do seu curso de medicina…

Ao ver a Vanda, o Jorge, a Irene, a Filomena e o Pedro (e sua extensa prole), a Clara, o Sérgio, o Carlos, o Marcos e o Xico – todos a viverem o que foi o curso de voluntariado para si e a união que isso lhes deu…. enfim o espirito que se vivia naquela sala…

Pensei que o Voluntariado e a formação que o ISU faz e que já exprimentou em Lisboa com universitários, em Cabo Verde com jovens de associações, na Guiné na Universidade Amilcar Cabral, em locais por Portugal fora com técnicos de instituições e agora na Alta de Lisboa, só posso ter a certeza de que esta é uma forma de trabalhar a coesão social, a participação das pessoas, o empowerment e todos esses termos técnicos, mas que acima de tudo torna o MUNDO um local MELHOR.. e isso é o que importa!!

Mónica Azevedo

24 07 2010
anisio izidoro

Assunto: Ajude-nos Reconstruir a Casa da Cidadania
Betim, 20 de Julho de 2010

Exmo. Senhor,

Venho por meio deste convidar Vossa Senhoria, para conhecer a nossa comunidade e nos ajudar na reconstrução da Casa da Cidadania, que foi destruída pelas chuvas em janeiro/07, a Entidade tem como objetivo, acolher mulheres de baixa renda ou risco social, atender mulheres vitimas de violência (jovens e adultas), ou de quaisquer tipo de discriminação e preconceito, “estupros, espancamentos, maus-tratos, constrangimentos e descriminação”.
Queremos mudar a realidade da nossa região, que sofre com os altos índices de: preconceito, analfabetismo, prostituição infantil, desigualdade social, por causa do intenso tráfico de drogas, principais causadores da violência.
A implantação desse projeto de inclusão social, vai gerar um impacto social, pois a nossa região não existe um projeto com essa finalidade.
Lutamos por todas as famílias que são penalizadas com a fome, a miséria, o desemprego e sobrevivem de forma desumana, que possamos encontrar nas políticas de promoção do cidadão as oportunidades que necessitam, para ter uma vida com cidadania e dignidade.
Para a conclusão das obras falta rebocar, parte elétrica, hidráulica e pintura, totalizando o custo final de R$ 10.000,00, (dez mil reais), não estamos solicitando dinheiro e sim, doações em materiais de construção.
Sendo que necessitamos de 200 metros de pisos, cada metro custo em torno de R$ 20,00, totalizando R$ 4.000,00 (quatro mil), R$ 2.500,00 para a parte elétrica, R$ 3.500,00 em material hidráulico, a mão-de-obra será realizada por voluntários, qualquer ajuda é muito bem vinda.
Após a conclusão das obras serão oferecidos cursos de design de modas, artesanato, corte e costura, pintura em tecido, bijuterias, tapeçaria, confecção de peças intimas, as crianças e adolescentes terão oportunidades de ter atividades artisticas e culturais aulas de : dança, musica, balé, dança de rua, capoeira, reforço escolar,
A Sede da Entidade esta situada à Rua Padre Damião, 254, Colônia Santa Izabel, ao lado da Igreja Presbiteriana (Rua Principal da Colônia Santa Izabel) .

Cordialmente,

ANISIO IZIDORO GLEISSON ROBERTO DE MEDEIROS
Coordenador e Idealizador do Projeto PRESIDENTE
Contato: (031) 3530.7228 – 9744 60 59 – recado 3596.3730
anisioizidoro@ig.com.br gleisson_medeiros@yahoo. com.br

INFORMAÇÕES DO PROJETO:

1. A Entidade: Foi criada para defender os direitos dos portadores de Hanseníase, acolher e amparar famílias carentes, crianças, adolescentes e jovens em risco social. Nosso maior objetivo é salvar vidas, atuando no combate a fome, a miséria, a desnutrição e anemia infantil, causada pela fome, combater as desigualdades sociais e a pobreza, fazendo doações em cestas básicas, alimentos não perecíveis, leite em pó ou longa vida, cobertores, colchões, material escolar, sapatos, roupas.

Reestruturação de Entidade: Há dois resolvemos reestruturas os projetos da entidade, pois chegamos a conclusão que o nosso trabalho social, precisava de mudança tendo em vista que, assistíamos vitimas da Hanseníase e seus familiares, só que estávamos fazendo era simplesmente um serviço humanitário e assistencialismo. Chegamos a conclusão que necessitamos de novas ações para revitalizar o projeto.

Diante das circunstâncias e depois de ver jovens, adolescentes, filhos e dependentes de Hansenianos, sendo vitimas do abandono, de preconceito, da violência, sem emprego, educação, sem perspectivas e sem esperança. Achamos por bem, criar um projeto de inclusão social, que tem como objetivo, oferecer cursos de qualificação e profissionalizantes, aos filhos dos portadores da Hanseníase, bem como os demais jovens da comunidade.

O problema da nossa comunidade é a baixa escolaridade, muitos deixavam de estudar para ir para as ruas pedir esmolas, a escola não é prioridade, hoje, pagam um preço alto, pela falta de cultura, conhecimento, oportunidades no mercado de trabalho, sofrem com o preconceito e o fato de não ter uma profissão.

Para implantação desse projeto: Necessitando de doações em material de construção em geral. Nossa Organização não tem fins lucrativos ou é ligado à partido político ou religião, tem por objetivo contribuir para o fortalecimento da cidadania. Dedica-se às ações voltadas à divulgação de informações sobre os direitos sociais e desenvolver projetos destinados a crianças, jovens e adolescentes, às minorias, aos idosos e às pessoas com necessidades especiais.

Criamos um centro de apoio: Para atender portadores da Hanseníase (doença popularmente conhecida por LEPRA) acolher, orientar vitimas de maus tratos, vitimas crimes violentos, homicídios, fazendo denúncias às autoridades Judiciárias e a Comissão de Direitos Humanos, da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, atualmente prestamos orientações, assistência jurídica, encaminhamentos para órgãos públicos e doações em cadeira de rodas, material escolar, muletas, alimentos, produtos ortopédicos (calçados, botas, palmilhas).

Quando a situação socioeconômica da região: Trata-se de uma comunidade, em que as famílias vivem abaixo da linha da pobreza, na mais completa miséria, excluída da sociedade. As famílias em sua maioria: São pobres, vivem pedindo esmolas de porta em porta, para tentar sobreviver e matar a fome de seus filhos.

Na região: Não temos industrias, as pessoas vivem sem emprego, cultura, lazer, educação, por esse motivo acreditamos que a construção desse espaço comunitário, que será transformado em uma oficina escola, será a saída para educarmos os adolescentes e jovens da comunidade.

Nosso trabalho social: Tem como fundamento à solidariedade e o amor ao próximo, não dispomos de recursos financeiros, os custos para manter as atividades da Entidade, são contribuições dos diretores, membros e voluntários.

Contrapartida da Entidade:: mão-de-obra humana voluntária, disponibilidade de toda diretoria, voluntários e demais membros da instituição trabalhar na execução do projeto sem ônus ou custo e o terreno,

1 . Desenvolvimento Institucional – iniciativas que visem organizar, fortalecer e articular a organização com apoio a projetos populares e sociais enquanto agente de transformação social.
2 . Direitos Humanos – projetos que buscam a promoção dos Direitos Humanos (econômicos, sociais, culturais e ambientais; em especial, a luta contra toda forma de preconceito, intolerância e violência).
. Desenvolvimento Econômico – iniciativas de geração de ocupação, trabalho e renda que visem à inserção econômica da população excluída do mercado formal de trabalho, ou consolidem formas alternativas estáveis de produção e geração de renda.
. Comunicação e Cultura – esforços pela democratização da informação e resgate e promoção da cultura popular.
. Meio Ambiente – projetos de educação ambiental e de intervenção de grupos e associações para: implantação de políticas públicas, recuperação de áreas degradadas, reciclagem, superação de conflitos sócio-ambientais e manejo adequado de recursos naturais.
. Buscar apoio junto a Igrejas Católica e Evangélicas (Serviço Social das Igrejas) – iniciativas dos setores das igrejas que tenham dimensão para fortalecer o trabalho dos direitos humanos e o do seu compromisso com os movimentos sociais de caráter popular.
. Saúde Popular – promoção de saúde pública e do resgate de práticas alternativas eficazes de saúde, com base em tradições populares.
. Educação – defesa da educação pública, da educação popular comunitária e, ao fomento de práticas educativas diferenciadas.
Temas prioritários:
1 . Produção agro-ecológica, Criação de cooperativas, Geração de renda, Combate à violência e melhores condições de vida das famílias na comunidade.
Priorizamos Projetos que: Preparem a população para o exercício do seu direito de participação democrática nos diversos níveis de decisão da sociedade, possibilitando-lhe intervir na formulação e fiscalização das políticas públicas.

2. Exerçam uma função educativa, incentivando as comunidades envolvidas a tomarem consciência da realidade social, tanto local como geral, e de como essa realidade pode ser transformada, que a comunidade seja participativa e lute pelos seus direitos.

3. Fortaleçam a organização comunitária e afirme sua autonomia e protagonismo, evitando a criação de relações de dependência e contribuindo para a superação das que já existam.

4. Visem proveito comunitário, garantindo ampla participação da comunidade nas decisões sobre o projeto e evitando a utilização do projeto para promoção pessoal ou para qualquer tipo de proselitismo.

5. Tenham um potencial multiplicador, seja estimulando outros grupos a tomarem iniciativas similares, seja provocando a adoção da experiência por entidades governamentais.

6. Incentivem a articulação entre grupos com preocupações similares, contribuindo para o desenvolvimento de movimentos sociais transformadores, como elementos essenciais da sociedade civil.
7. Ninguém pode ser considerado livre, se for refém da fome, da miséria, da pobreza, da violência, das desigualdades e injustiças sociais, da intolerância, do preconceito e do desemprego.
A Entidade é de natureza filantrópica, fundada em 1996, para criar e apoiar programas necessários ao desenvolvimento humano e social das comunidades populares, Nossa Missão:Promover a inclusão social e a cidadania solidária através de educação, capacitação profissional, promoção de saúde e programas de geração de renda.

Durante a pesquisa, as crianças alegaram que “O farol é o melhor caminho para acabar com o futuro e matar as esperanças de uma criança”.
Ainda afirmaram “Quem nunca contribuiu com isso, dando uma esmolinha e depois saiu acelerando o seu carro com a consciência aliviada e sem culpa, com o sentimento de dever cumprido, pensando ter contribuído com um gesto Cristão?”.

Há hoje no Brasil 1,7 milhão de crianças de 5 a 14 anos trabalhando. Em nosso município, a maior ocupação delas é vender bala e pedir dinheiro nos faróis..
Porem a nossa situação é bastante diferente, por que sofremos com o isolamento, com preconceito e com a discriminação por causa das desigualdades sociais, da violência e da Lepra. Doença que só causa discriminação social

Que futuro essas crianças e adolescentes terão, se estão perdendo a oportunidade de mudar de vida, ter dignidade, cidadania, e acesso a cultura, lazer, uma vida melhor. Somente com educação e conhecimento, poderá haver mudanças na sociedade e nas vidas das pessoas.

O projeto é de caráter Sócio Educativo e deverá ser desenvolvido na área da Colônia Santa Izabel, Citrolândia e região.

O Projeto Reforço Escolar tem como objetivos principais corrigir possíveis defasagens básicas referentes aos anos escolares anteriores e nivelar os alunos ao padrão do curso regular em que estão matriculados; oferecer oficinas de leituras e atividades culturais.

Despertar no aluno o interesse pelo estudo; garantir a permanência do aluno na escola; dar condições para que se possa melhorar a auto-estima do aluno; garantir a permanência do aluno na escola e verificar a importância do uso de novas formas de ensinar e aprender.

As mulheres vitimas da lepra, estão se prostituindo, por que alegam passam pelo drama da fome, do desemprego e pelo fato de nunca ter tido oportunidades e preparação, para o mercados de trabalho, a sociedade simplesmente negou a elas o direito de conviver e ter as mesmas oportunidades de uma pessoas comum.

A mães, geralmente não tem companheiros, lutam sozinhas para manter seus filhos, encontraram na prostituição, uma saída, para não permitir que seus filhos passem fome, porem vamos mudar essa realidade, por que esse comportamento esta influenciando outras adolescentes que estão achando “legal” ver as mulheres, todos os dias com dinheiro, andam com roupas novas e de carro.

A Paz é Fruto da Justiça

Ninguém pode ser considerado livre, se for refém da fome, da miséria, das desigualdades sociais, da intolerância, da discriminação, do preconceito e do desemprego.

13 08 2010
Paulo Intchalá

olá, Mónica. tenho 10º ano de escolaridade, a residir em Lisboa, sou intusiasta do voluntariado. Para já gostava de saber da sua sua parte a possiblidade de eu poder juntar a vós nesta batalha. Obrigado.
Subscrevo-me:
Paulo Intchalá

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